Existe o azul de montanha (obtido pela azurita moída), o azul antigo (extraído do cobre), e o azul ultramar (extraído do lápis-lazúli). Existe o azul claro, o escuro, o esverdeado, o marinho e o da cor do céu. Existe o cobalto, o índigo, o ártico e o royal. Existe o azul Yves Klein.

 

Para Veríssimo Victor (pdf), é uma cor que carrega um sentido dualístico de forças: macho e fêmea, divino x homem. Evoca o celeste, o profundo, o infinito, utópico, e longínquo. Compreende os sentimentos de fidelidade, amor, fé e paz. Dá o sentido de realiza e de poder, de frieza e fluidez.

 

Está na base da azulejaria portuguesa, uma das expressões mais simbólicas da cultura ibérica e que difundiu-se e terminou por ser assimilada com grande intensidade pelos estilos arquitetônicos colonial e eclético no Brasil.